
Trager e Paz querem criar um seriado para televisão, mas até agora nenhum canal demonstrou ter interesse.
http://www.youtube.com/watch?v=rXMIQDVOs98

http://www.youtube.com/watch?v=rXMIQDVOs98
Diz a lenda que no começo do século 13, um monge fora castigado e confinado em uma torre pra escrever um livro sobre o Velho Testamento e que ele terminou ilustrou e escreveu inteirinho em uma noite com a ajuda do diabo.
Codex Gigas, que em latim significa “Livro Gigante”, pois mede 89,5cmx49cm e pesa 75 quilos) também é chamado de “A Bíblia do Diabo” por causa da lenda acima e por causa dessa ilustração que o monge enfastigado fez em uma de suas páginas:
Hoje o livro se encontra na Suécia.
Não é um livro maligno nem é sobre magia negra, talvez o monge tenha desenhado o diabo porque teve um dia ruim ou acordou com o ovo esquerdo, fora isso ele é só um manuscrito enorme sobre o Velho Testamento. Mas sempre paira um ar misterioso e hermético nesses livros feitos na idade média, quem leu ‘O Nome da Rosa” de Umberto Eco sabe que clima é esse.
No filme eles são uma raça chamada “Cenobitas” e vivem num inferno muito fashion.
As outros gêneros são os Eremitas, que vivem isolados e sozinhos (daí que veio o nome que a gente dá praquele tio que não sai de casa nem pra festa de Natal); os monges Giróvagos, que são os ciganos da fé, pulam de mosteiro em mosteiro e os Sarabaítas, que o pessoal não vê com bons olhos e não são convidados pro amigo secreto, pois não possuem regras, nem abades e dizem que mentem pra Ele. Até entre eles existem os anarquistas, graças a Deus.
Até um tempo atrás eu acreditava na história de que diziam que cenobitas eram monges que viviam isolados e se auto-mutilavam, buscando purificação através da dor. Isso tá mais pro Sarabaítas. Mas é um nome que não impõe respeito prum diabo (nós somos Sarabaítas, viemos te buscar) , então jogaram a culpa no que tem o nome mais mofento.
Agora se você sonha em um dia entrar pra essa turma emo da pesada e sua vida é uma merda, aí vai um cubo da “Configuração dos Lamentos” pra você montar e ficar passando a mão o dia inteiro, na esperança disso abrir e sua vida ganhar uma nova perspectiva:
Este texto era um dos e-mails nunca enviados, mensagens que eu começava a escrever, virava um mar de palavras agonizantes, gravava na pasta ‘Rascunhos’, lia e relia, e de cada releitura, desgostava ainda mais do que escrevia. É horrível começar escrever pensando ter uma boa idéia e no fim de 20 ou 30 parágrafos a idéia parecer tão estúpida e ridícula que você se sente envergonhado. Deixemos a vergonha de lado…
“05/09/2006
Bem, as pessoas perguntam sobre o livro “O Código da Vinci” levanta, tantas perguntas, que resolvi até mesmo começar a ler o livro, apesar de este tipo de ficção não ser propriamente meu gosto.
O autor e a editora afirmam ser uma obra ficcional. Foi o único ponto positivo durante a minha leitura: considero uma péssima tradução (muitos erros de gramática, admissível num e-mail como este mas não num best-seller/blockbuster); uma história escrita às pressas como se o autor quisesse cumprir um prazo pra editora e não pra entreter o seu leitor; assunto polêmico com roteirização hollywoodiana.
Mas não vou falar mais deste assunto, eu vou falar de modismo. Hoje consumimos coisas não porque precisamos mas por que a maioria das pessoas que conhecemos também a consomem. Isto é visível com o nosso gosto por se vestir ou pelo corte de cabelo. Talvez porque o ser humano adora se vangloriar do que consumiu a mais do que os outros. Se alguém chega e diz que jantou mignon nada mais gratificante em replicar que você comeu vitela. Esta sensação de inveja e disputa por quem comeu melhor, cria a moda de ‘comer mignon’ e a moda de ‘comer vitela’. Para a moda sobreviver, dependerá de natureza restritiva (ou não) para a maioria das pessoas. Por um breve período, é claro, visto que o ser humano (aquele que não possui acesso direto a moda) dá um jeito de compensá-la, isto é, se não consigo pagar R$ 250,00 numa calça jeans marca Levis eu posso muito bem pagar R$ 25,00 numa cópia exata num camelô da esquina.
É claro que isto também se reflete num mundo em que a maioria das pessoas começam a ter acesso educação e, como tudo que nos rodeia, a educação têm que ser moneitarizada. Um curso de segundo grau está mais próximo do analfabetismo hoje do que estava para o empreendorimso há 40 anos atrás. Isto têm grave reflexo no comportamento social das pessoas, visto que as pessoas com este desenvolvimento educacional aspiram novos níveis de consumo econômicos, como uma casa melhor, eletrodomésticos novos, carro mais novo, etc.
Nesta trilha, as pessoas começam a perceber que muitas outras pessoas têm acesso a mesma educação e aspiram os mesmos objetivos econômicos. Constatar isso, é como se sentir como ‘mais um’ numa imensa massa de pessoas. Ninguém quer isso; o que queremos é nos destacar. Então, começamos a criar outros meios (modas) em que a sensação de destaque seja mais exclusiva, individualmente.
Esta necessidade de sair da massa disforme de pessoas comuns e ser alguém de destaque, é a força motriz da moda, é o que alimenta o modismo e o diversifica a ponto de você comprar uma calça hoje por estar numa revista de moda e no mês seguinte a mesma revista afirmar que a nova tendência/moda é uma calça muito diferente. É desta maneira em que todo carnaval é lançado um ‘novo’ ritmo musical. É por este motivo que alguns homens deixam os cabelos longos apesar de que a moda padrão ser cortes de cabelo curto.
Extrapolando o raciocínio, desconsiderando estratificações socieconômicas, é possível assumir que uma imensa faixa da população tende a possuir bens consumíveis de maneira bastante acessíveis e que introduzimos um novo tipo de moda: da cultura. Vê-se filmes, lê-se livros, ouve-se música, como se consome um cachorro quente na esquina. A meta principal, o importante é consumir, é mantida e agrega aos seus consumidores um acréscimo social, pois eles são vistos como eruditos, refinados, elegantes, entre outros elogios.
É daí que vêm o sucesso do livro de Dan Brown. Um bom marketing, uma colcha de retalho bem costurada na forma de um romance ficcional, temas polêmicos onde a maioria das pessoas possuem lacunas de conhecimento ou são totalmente ignorantes neles, resultando num best-seller (blockbuster nos cinemas).
Apostaria um picolé de framboesa com qualquer um que ninguém jamais pensou em pegar um livro religioso ou de História e confrontar os acontecimentos do livro. Isto não vai acontecer, pois as pessoas não irão à Biblioteca e vasculhar livros velhos. Isto não será mais necessário, porque você pode
Conheço várias pessoas que leram o livro de Brown e, de minha compreensão delas, sei que se não fosse pelo marketing boca-a-boca e pela polêmica da Igreja Católica Apostólica Romana, jamais pegariam o livro para ler. Elas, infelizmente, leram por simples modismo. Dentre eles, os católicos, não gostaram da história, já que a direção da Capela Sistina é pintada como um grupo maniqueísta. Os gnósticos não gostaram porque as ‘ordens secretas’ são expostas no livros. A Opus Dei não gostou porque é retratada como uma seita fanática de assassinos, e assim por diante.
Vamos aos fatos então, e infelizmente, estes fatos têm muito e ao mesmo tempo pouco a ver com o livro de Brown:
1) Na História da Arte, é comum identificar os autores das obras por suas técnicas características entre elas, sentido e força da pincelada, composição química da tinta (antigamente os pintores fabricavam suas tintas, reforçando a exclusividade artística). Da Vinci, que era um polímata, versando da Astronomia, Matemática, Engenharia até as artes plásticas, escreveu manuscritos à mão. São chamados Codex, os livros escritos a mão, derivando daí seu nome, Código/Codex Da Vinci. Vêm da palavra Codex a origem de palavras como código, codificar (criptografar), etc.
O Codex Da Vinci foi escrito da direita pra esquerda e ao contrário, além outros truques, para evitar que qualquer pessoa pudesse roubar suas idéias. Os livros canônicos bíblicos, possuem sua origem em Codex, por exemplo:
Codex Sinaiticus (descoberto em 1859, em grego, século IV): novo testamento inteiro
Codex Vaticanus (em grego, século IV): Gênesis, Crônicas, Esdras, Salmos, Provérbios, …
Codex Alexandrinus (em grego, século V): Septuginta e novo testamento…
O diabo também possui referências em Codex:
Codex Gigas (em latim, século XIII): além de livros bíblicos e outras referências, possui uma das primeiras ilustrações do coxo-manco. No mínimo hilário, aparece o chifrudo com cuecas tipo samba-canção e com as mãos pra cima, parece que está dançando no carnaval da Bahia.
Há ainda outros códigos não-ocidentais como os mesoamericanos (Boturini Codex, Codex Cozcatzin, Codex Borgia, etc) mas não vamos nos estender nisso.
Da Vinci, fazendo jus a uma precaução paranóica, preencheu não só o seus manuscritos de códigos mas suas obras artísticas. Seus quadros, antes de arte, são permeados de referências matemáticas, muitas delas com o intuito de criar a ilusão de tridimensão. Estas técnicas representaram na época um enorme avanço na pintura renascentista e deriva de Da Vinci os exemplos mais conhecidos. Estas referências, é papel importante para a pintura visto que numa única obra o autor renascentista tinha que passar várias mensagens além de traços coloridos em cima de um pedaço de pano ou de madeira. Verifiquem este quadro do pintor Pieter Bruegel para entender o que estou querendo dizer:
Provérbios Holandeses - Pieter Bruegel, o velho
http://sunsite.nus.edu.sg/wm/paint/auth/bruegel/proverbs.jpg
{o número de provérbios deste quadro permanece incerto. Alguns deles são válidos para a cultura brasileira. ]
Logo, a prática de esconder informações em vários níveis em obras intelectuais era e ainda é uma prática comum. Da Vinci não foi o único.
2) Existem livros proibidos para os católicos, e por proibidos entende-se que estes livros não devem ser lidos e tampouco comprados. Copérnico, Galileu, Darwin já estiveram nesta situação perante a igreja católica. Contudo penso que os livros mais interessantes são os chamados evangelhos apócrifos, livros de autoria discutível e/ou desconhecida. E boa parte deles são assim classificados por causa de Jesus, não o da Bíblia, mas o Histórico. Jesus Histórico é e sempre será objeto de discussão visto que os documentos que falam dele são todos religiosos. Não há nenhum outra fonte senão autores religiosos. A única citação religiosa não-cristã, do historiador judeu Flavio Josefo, é questionada visto a suspeita de adulteração precisamente na passagem que falas dos cristãos primevos. Os romanos e sua mania de relatar por escrito os fatos sociais e econômicos mais relevantes não deixaram nenhum registro sobre o Jesus Histórico.Os evangelhos apócrifos são, no mínimo, curiosos:
- Evangelho de Maria Madalena (você acham que o Brown teve trabalho em criar a história? Heheheh…)
- Evangelho da Infância de Jesus
- Evangelho da morte e assunção de Maria
- Evangelho da Descida de Cristo aos infernos
- Evangelho de Enoque
- Evangelho da Vida de Adão e Eva
- Evangelho de Judas
A negação da veracidade dos apócrifos, a confusão dos textos bíblicos canônicos (oficiais), o vácuo de historicidade cristã, abriu espaço para que diversas teorias aparecessem para preencher as lacunas. Muitas delas são simples teorias da conspiração que só sobrevivem graças a credulidade das pessoas.Até que os concílios
Neste ambiente de intolerância cristã, desejos políticos do Vaticano, heresias, cresceu ainda mais as oportunidades para que novas interpretações ocorressem apesar da repressão da Inquisição. Data desta época, as primeiras referências lendárias da ordem dos Templários, a origem dos rosacrucianos, Santo Graal, entre outras. Os Illuminati, os gnósticos, sábios de Sião, são criações posteriores mas que possuem a mesma origem conspiratória paranóica.
Aí caímos na linhagem Merovíngia e sua descendência de Jesus Cristo. Jesus Cristo fugiu com Madalena, ou pelo menos seus filhos, para uma região ao norte do que é hoje a França. Daí é um sarapatel de miúdos de bode de dar de cabeça e de estômago, visto que os Templários afirmam descender dos Merovíngios, os Maçons afirmam descender dos Templários e dos Merovíngios, e dizem as más línguas até o George W. Bush é um membro direto da linhagem Merovíngia.
Existe uma coisa que é textos familiares afirmando sua genealogia. Outra coisa é confrontar esta genealogia. Dada a precariedade em opções de contestar estas genealogias, alguns afirmam ser de uma linha anterior a Cristo e supõem-se, mais pura, como é o caso de alguns textos Merovíngios afirmarem serem descendentes diretos de Noé. Quem está falando a verdade? Um picolé de pistache pra quem souber a resposta.
Saibam, que vendo as passagens dos evangelhos quando Jesus é preso, numa versão os fariseus aparecem e noutra são os romanos (quem prendeu Jesus, afinal?), lendo os apócrifos ou lendo as versões gnósticas (templários, maçons, etc), é bem capaz que você fique confuso. Se ficar, isto é sinal de sanidade mas não de conforto espiritual. A maioria dos textos canônicos, apócrifos e/ou gnósticos, datam do século III em diante, e são em grande parte traduções de traduções (traduttori, tradittori). É assunto de grande complexidade avaliá-los sobre uma ótica imparcial. Afirmar que Galileu não foi o primeiro a inventar o telescópio é uma coisa; outra coisa bem diferente é levantar fatos históricos sobre assuntos religiosos. Talvez as pessoas não tenham tanto interesse em história, afinal, pois ela pode nos dar lições doloridas.
Um exemplo desta História dolorida, principalmente para os leitores cristãos de Dan Brown, é a prelazia (a única na igreja católica com este status) Opus Dei tão discutida ultimamente. Seus métodos de controle de seus membros e suas práticas são no mínimo discutíveis e pende sobre ela uma lista enorme de mortes e violações de direitos humanos dentro das paredes da organização. Aparentemente, houve uma distinção do falecido papa João Paulo II em canonizar o seu amigo pessoal Josemaria Escrivá, fundador da Opus Dei, num dos processos de canonização mais rápidos que o Vaticano viu. É claro que não podemos esquecer que muitas pessoas que adentraram na organização realmente querem fazer trabalhos de caridade.
Então fica a pergunta para os católicos: até onde eles estão a fim de ir na história de sua religião?”

Gosto de todas as cores, sobretudo de tons de azul e verde. Nada de marrom e azul-marinho. Da sensação de liberdade. Um chopp gelado falando amenidades. Odeio fofoca e maledicência. Pizza de qualquer tipo, contanto que seja pizza! Gosto da solidão, de estar sozinho comigo mesmo. Leituras para reflexão pela manhã. Caminhadas breves para organizar as idéias. Andar sozinho nos finais de semana, com as ruas livres. Um vinho branco gelado, acompanhando um bom tema polêmico. Rosas vermelhas e lírios brancos. Dar tempo às pessoas para que revelem seu melhor lado Um bom churrasco bem passado. Da natureza gosto do barulho do mar e do vento em meus cabelos, da floresta, dos lagos e cachoeiras. Chuva leve para embalar o sono. Tigre, o animal mais belo. Rato e morcego, os mais temidos. Ambientes rurais aprecio o movimento e calma antítese... Andar a cavalo só uma vez -- ele queria andar sozinho, gosto de ler poesias à noite, para dormir com a alma leve. Sem fanatismos com doces, controlo a ansiedade meditando. Extremamente pontual para não desperdiçar o tempo alheio. Não tenho medo da vida nem da morte. Hábito de tecer teorias simplistas, mas eficientes. Perfumes franceses, sabonetes naturais, cremes para o corpo. Não tolero gente pretensiosa. Sou anti-ortodoxo, todas as religiões tem a sua verdade apesar de ser judeu de nascimento. Passo por cima das convenções que consigo. Adoro comprar CDs. Banhos demorados. Durmo pouco. Escutar o som sensual de uma flauta ou de um violino tocando czardas. Fazer palavras cruzadas. Colaborar com o próximo. Manter o bom humor em qualquer situação. Adoro lasanha, peixe e camarão! Gosto de brigar pelos meus direitos. Lutar sempre pelo meu espaço. Falar olhando nos olhos diretamente. TV só para filmes legendados e documentários. Detesto gente grosseira. Dizer o que eu penso sempre. Sinceridade. Rir de uma piada inteligente. Chocar as pessoas muito conservadoras com frases tendenciosas. Roupas clássicas. Raciocínio rápido. Teimoso, persistente. Adiar as coisas que tenho que fazer. Sexo!... Adoro fazer amor! Ler e reler os filósofos. Adoro Nietzsche. Fazer carinhosas chantagens. Brincar de seduzir. Na cama sou bem safado, e gosto de mulher safada, as santinhas não me atraem... Escrever o que penso e sinto. Deixar que me conhecesse um pouco... Em suma Esse é um pouco de James.

Um homem jamais pode entender o tipo de solidão que uma mulher experimenta. Um homem se deita sobre o útero da mulher apenas para se fortalecer, ele se nutre desta fusão, se ergue e vai ao mundo, a seu trabalho, a sua batalha, sua arte. Ele não é solitário. Ele é ocupado. A memória de nadar no líquido aminótico lhe dá energia, completude. A mulher pode ser ocupada também, mas ela se sente vazia. Sensualidade para ela não é apenas uma onda de prazer em que ela se banhou, uma carga elétrica de prazer no contato com outra. Quando o homem se deita sobre o útero dela, ela é preenchida, cada ato de amor, ter o homem dentro dela, um ato de nascer e renascer, carregar uma criança e carregar um homem. Toda vez que o homem deita em seu útero se renova no desejo de agir, de ser. Mas para uma mulher, o climax não é o nascimento, mas o momento em que o homem descansa dentro dela."
Anais Nin
washiki). Now, having lived in Brazil and Rio Preto, I felt no fear when I stood before the Japanese squat toilet for the first time. I was, however, astonished at the sheer number of squatties in this advanced nation. Squatties are to be found in many establishments like restaurants, government buildings, schools. Often a bathroom has one western-style flush toilet and the rest are squatties. BUT: I have come to cherish the squatty in my few short months here. Why? The convenience. The speed. No contact, just a quick hello and goodbye. You can imagine. But what you cant imagine without my help is the more advanced Japanese toilet. For those of you who are interested (which must be all of you since you are clearly still reading)let me explain the wonders of the woshuretto.
While the toilet looks like a Western-style toilet at first glance, there are a number of additional features, such as blow dryer, seat heating, massage options, water jet adjustments, water temperature adjustments, automatic lid opening, auto flushing, wireless control panels, etc, included either as part of the toilet or in the seat. These features can be accessed by a control panel that is either attached to one side of the seat or on a wall nearby, often transmitting the commands wirelessly to the toilet seat... Some toilets play music to relax the user... Also, the latest models store the times of the use of the toilet, and have a power saving mode that heats up the toilet seat only during times when the toilet is likely to be used based on the collected usage data. Some toilets also glow in the dark or may even have air conditioning for hot summer days...Recently, researchers have added medical sensors into these toilets, which can measure the blood sugar based on the urine, and also measure the pulse, blood pressure, and the body fat content of the user. Talking toilets that greet the user have also started to be made. Other measurements are currently being researched. This data may automatically be sent to a doctor through a built-in internet-capable cellular telephone.
Many Japanese women are embarrassed at the thought of being heard by others during urination... To cover the sound of bodily functions, many women flushed public toilets continuously while using them, wasting a large amount of water in the process. As education campaigns did not stop this practice, a device was introduced in the 1980s that, after activation, produces the sound of flushing water without the need for actual flushing. One brand name commonly found is the Otohime (音姫), which literally means Sound Princess, and is named after the Japanese goddess Otohime, the beautiful daughter of the sea-king Ryujin. This device is now routinely placed in most new public women's rooms... The device creates a loud flushing sound similar to a toilet being flushed. This sound either stops after a preset time or can be halted through a second press on the button. It is estimated that this saves up to 20 liters of water per use. 
Eu devo ser um "eterno apaixonado". Os meus objetivos de vida, a minha razão de todos os dias sair da cama é o amor. É sonhar que um dia virei ater um anjo a meu lado. Escrevo isto a rir porque desde muito novo que tenho o esquema mental da situação. Acordar, bocejar e sorrir... Saber que tenho o meu anjo comigo.
As saudades que tenho dos meus 15/16 anos. A idade da minha irreverência e revolta desmesurada contra o sistema. Banhava-me em inocência, em estupidez e arrogância. Custou-me caro abrir os olhos nesta idade, foram sucessões muito repentinas. O que eu era, deixou de ser. Senti-me abandonado, sem rumo ou vida. Não tinha prazer em falar, em comer, em sair, em dormir, em nada. Sai do fundo com a luz da minha vida, aqueleAmor, algo que me fez, até hoje evoluir para uma postura de vida esperançosa.
Quando questiono os meus valores e objetivos, tremo. O amor não é tudo, já mo disseram. Também já me disseram que a amizade também é importante. Concordo com isto tudo mas, matematicamente falando, na minha vida a amizade se ocupar 40% da minha essência é puro milagre."Quero amar perdidamente..." já dizia a Florbela.
"Tremo. Quando este sentimento acabar morro. Nada da minha existência se irá aproveitar, tornar-me-ei em algo de nojento...
A minha alma cairá num poço de ódio e mágoa infinitos. Morrerei sózinho sem calor na minha existência. Nada me prenderá à terra, nem amigos, o que me assusta. Viver doi-me todos os dias. E eu choro lágrimas tão espessas que me pesam na cara. Mas...
"Todas as minhas lágrimas, por mais que eu pense que são de dor, são de esperança... "
Lady Sianna
Eu e tu, meu anjo , minha doce Bruna , minha razão de vida, iremos estar juntos.? Já te conheço, és muitas mulheres, mas quero-te mais que nunca. É por isto que eu vivo. Que me levanto da minha cama e ergo o que sou na esperança. Deixo-vos, desta vez, com um excerto de uma música que sempre fez mesmo muito sentido para mim.
"I never thought I'd die alone
I laughed the loudest who'd have known?
I trace the cord back to the wall
no wonder it was never plugged in at all
I took my time, I hurried up
the choice was mine I didn't think enough
I'm too depressed to go on
you'll be sorry when I'm gone"


Cataflam(subst.masc.) Marca mais famosa do anti-inflamatório cuja fórmula genérica é o Diclofenaco Potássico. Dentre diversas outras aplicações, é a recomendação básica para dores nas juntas e, dentre elas, uma emespecial: a anconalgia. O modus operandi básico do medicamento é aatuação no SNC (sistema nervoso central) com vistas a desviar a atenção do paciente de seu estado clínico. A anconalgia tem o peculiar caráter dentre as dores de se curar através do seu esquecimento,afinal ela, a certa altura, torna-se causa sui e pode se instalar nosterminais neuronais do sujeito mesmo sem o contato direto com o agente patogênico e seus atrativos. O paciente deve, então, ser isolado do agente patogênico, apagar seu telefone da agenda e o seu e-mail dalista de contatos, destruir fotos, ser amarrado na cama e alimentado com muito chocolate. Depois deve freqüentar lugares bem povoados onde possa encontrar seu Cataflam, algum ser interessante, carinhoso,disponível e que não provoque grandes emoções (isso é essencial senão o próprio remédio pode se tornar um severo agente patogênico, causandograves lesões no fígado e deformações irreversíveis no cotovelo). A coisa funciona melhor quando o pobre anti-inflamatório está todoentregue à sua vocação e empenha nela toda a sua vis curativa, enquanto que o consumidor consegue manter uma razoável fleuma eobjetividade na idéia que tudo aquilo não passa de um tratamento passageiro. Toda atenção deve ser prestada a essa forma, ao mesmotempo, tradicional e radical da anconalgia: o remédio sempre pode causar efeitos colaterais (dores de cabeça e discussões derelacionamento sendo as queixas mais freqüentes) e o que é pior, dependência.
Flauta mágica (Jornal Bom Dia Rio Preto)
Desde que aterrisou em Rio Preto, cidade onde conheceu seu grande amor, o flautista e maestro James Strauss provoca comotiom com sua proposta de criar uma orquestra filarmônica.E o BOM DIA virou parceiro tipo absurdinho desta causa musical. Bastou a reportagem sobre a filarmônica estampar a capa do caderno Viva para que inúmeros rio-pretenses integrados manifestassem apoio ao projeto de James.A idéia do músico é bacana bagarai: a orquestra filarmônica seria administrada por uma fundação sem fins-lucrativos e sem vínculos com o poder público.Com contatos pra lá de absurdinhos, James já começou a mexer os pauzinhos na órbita do Ministério da Cultura a fim de conseguir aval pela Lei Rouanet para captação de recursos. E o mais bacana: com a filarmônica criada, vários músicos de outros países poderão aterrisar aqui.